Números
Os números são tão presentes em nossa vida que até resolvi trazer trechos de um texto que criei, que me fez pensar na quantidade de números que fazem parte de minha vida, que me rodeiam todos os dias.
Nos dias de hoje, mais do que nunca utilizamos números para nos orientar, nos organizar, competir...
Desde que somos gerados inicia-se a contagem dos meses de gestação, da previsão da data que vamos nascer, com quantos centímetros e pesando quanto. Tudo isso só pode ser previsto e calculado por meio dos números.
Somos crianças e vamos crescendo, brincando com calculadoras e fazendo “continhas”.
Aprendemos a contar até 10, até 100 ou até 1000... E somos os “maiores”!
Quando chegamos à escola os números são muito bem apresentados, uns vêm dançando, outros com caretinhas. Usamos os números para somar, diminuir, multiplicar e dividir.
Às vezes eles parecem nos complicar, mas sem eles não poderíamos contar objetos, medir alturas, pesar, vender, comprar.
Também utilizamos números para ordenar times de futebol, corridas de moto e carro, filas, etc. E passamos a chamar de primeiro, segundo, terceiro...
Quando vamos ao supermercado, por exemplo, os números estão por todos os lados. Compramos pela data de validade dos produtos, peso, quantidade. Somamos e contamos nosso dinheiro, e às vezes recebemos troco.
Outro exemplo dos números em nossa vida é a dependência que temos ao relógio.
Portanto, os números são presença em nossa vida.
Deixo aqui uma frase de Descartes que resume um pouco desta tal matemática: “A Matemática apresenta invenções tão sutis que poderão servir não só para satisfazer os curiosos como, também para auxiliar as artes e poupar trabalho aos homens”.
Os números são tão presentes em nossa vida que até resolvi trazer trechos de um texto que criei, que me fez pensar na quantidade de números que fazem parte de minha vida, que me rodeiam todos os dias.
Nos dias de hoje, mais do que nunca utilizamos números para nos orientar, nos organizar, competir...
Desde que somos gerados inicia-se a contagem dos meses de gestação, da previsão da data que vamos nascer, com quantos centímetros e pesando quanto. Tudo isso só pode ser previsto e calculado por meio dos números.
Somos crianças e vamos crescendo, brincando com calculadoras e fazendo “continhas”.
Aprendemos a contar até 10, até 100 ou até 1000... E somos os “maiores”!
Quando chegamos à escola os números são muito bem apresentados, uns vêm dançando, outros com caretinhas. Usamos os números para somar, diminuir, multiplicar e dividir.
Às vezes eles parecem nos complicar, mas sem eles não poderíamos contar objetos, medir alturas, pesar, vender, comprar.
Também utilizamos números para ordenar times de futebol, corridas de moto e carro, filas, etc. E passamos a chamar de primeiro, segundo, terceiro...
Quando vamos ao supermercado, por exemplo, os números estão por todos os lados. Compramos pela data de validade dos produtos, peso, quantidade. Somamos e contamos nosso dinheiro, e às vezes recebemos troco.
Outro exemplo dos números em nossa vida é a dependência que temos ao relógio.
Portanto, os números são presença em nossa vida.
Deixo aqui uma frase de Descartes que resume um pouco desta tal matemática: “A Matemática apresenta invenções tão sutis que poderão servir não só para satisfazer os curiosos como, também para auxiliar as artes e poupar trabalho aos homens”.
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